A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) foi implantada há pouco tempo no Paraná. No dia 1º de julho, tornou-se obrigatória para postos de gasolina. A partir do dia 1º de agosto, a obrigatoriedade foi estendida para bares, restaurantes, lanchonetes, óticas e comércio varejista de livros, discos, jornais, entre outros. Como a implantação ainda está no início, muitos comerciantes ainda têm dúvidas quanto ao formato e o funcionamento das notas.

A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica substitui o ECF (emissor de cupom fiscal) e a Nota Fiscal Consumidor (tipo 2) – em papel. A Nota Paraná, que teve início oficialmente em 3 de agosto, é a inclusão do CPF do consumidor na nota, seja na bota de papel, Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. De acordo com o diretor da empresa de sistemas de informação Spartacus, Guilherme Dias, a indicação é que os comerciantes que ainda utilizam a nota de papel já realizem a implantação do sistema de Nota Eletrônica para facilitar e unir as duas obrigatoriedades.

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Para quem ainda não implantou o novo sistema e vai começar do zero, o primeiro passo é comprar os equipamentos eletrônicos (computador e impressora) e solicitar uma conexão com internet, pois a nota é transmitida em tempo real. “Em paralelo, o comerciante precisa solicitar o Certificado Digital, que é a sua assinatura eletrônica. Com essas operações realizadas, os próximos passos para a implantação ficam por conta do contador e da empresa de software responsável pelo sistema emissor. O sistema é simples de ser operado e não requer conhecimento aprofundado em informática ou internet”, esclarece Guilherme.

Apesar do sistema ser prático, os empresários normalmente necessitam do auxílio da empresa de sistema. “Uma das dificuldades relatadas pelos contadores é que muitos lojistas ainda não estão adaptados com a tecnologia, alguns não possuem internet em seus estabelecimentos ainda e até mandar e-mail acaba sendo uma dificuldade. Eles têm suas lojinhas, pequenos comércios e nem todos sabem trabalhar com internet – esse tem sido um dos pontos críticos na adaptação”, diz o profissional.

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“Quando fiquei sabendo pelo meu contador que teria que implantar a NFC-E, me assustei pois não esperava tão cedo”, diz o comerciante Claudenilson de Moraes, proprietário do Therraço Lanches.  Claudenilson conta que ficou com dúvidas no início, mas que agora já está com o sistema eletrônico implantado. “A importância de ter o sistema é estar dentro da nova lei e atendendo os meus clientes com o pedido da nota fiscal, pois o sistema vai me ajudar eu ter um controle melhor das minhas e vendas e estoque”, completa o comerciante.

Matéria Original: aRede.info

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